sábado, 30 de outubro de 2010

Bendito seja o seu fruto

Quando a poesia chegou em mim? Não me lembro, mas chegou para ficar. E trouxe todas as suas bagagens e consequências. E me tornei assim: sensível demais. Dramática demais. Amante demais. Louca demais. Falante demais. E tudo a minha volta, virou amor. Romance. Lua cheia...

... e motivos para escrever.



(Bendito seja o seu fruto)

11 comentários:

AC disse...

Erica,
E, com tudo isso, você é de mais!

beijo :)

M. disse...

Menina, o fruto que é a melhor parte.

Gabriela Petrucci disse...

Que lindo! É tão se sentir assim!

Iandê Albuquerque disse...

Me identifiquei muito com este texto.
também não sei quando que a poesia chegou em mim, mas sinto assim, deste jeitinho que vc citou.

Bom final de semana, boa votação.
e o novo texto do meu blog, chama-se:
'Sonhos são como bola de sabão'. Leia:
www.iandeee.blogspot.com

Sandra... disse...

...Olá!
Blog interessante,postagens inteligentes...Gostei!
Voltarei mais vezes para acompanhar os seus escritos...Desejo sucesso crescente à vc!
Abraço e té+!

Priscila Rôde disse...

A vida sem poesia, o que seria?

Um beijo Flor!

Bruno Fernando disse...

Gostei da tua sinceridade Erica e, é a mais pura verdade, o que seria da gente sem a poesia pra nos confortar com palavras, pra nos encantar, nos sensibilizar, nos fazer refletir, em fim... É uma arte maravilhosa se não a mais bela de todas!

Beijos

Betina. disse...

Que bacana isso *-*
Eu adorei aqui, é lindo hein?! Voltarei sempre, estou seguindo-te, segue meu blog também? Acho que vais gostar.
umbeijo, bonita ;*

João Lenjob disse...

Até suas palavras são de uma ariana.
Tem cinco poemas novinhos no meu blog, http://lenjob.blogspot.com.
Peço por gentileza que passe no http://castelodopoeta.blogspot.com e veja tudo que tem lá. Que aprecie, que comente e que indique. É um blog de toda nossa cultura com os maiores artistas brasileiros, anônimos ou não.

João Lenjob.

Noites de Luar Para Sempre
João Lenjob

Se quiseres meu amor
Se sentires ou sentes o que sinto
Se tens o tempo que eu tenho
Se me amas como eu te amo
Se me perdoas, se entendes
Como te faço meu bem
Se és da minha rua ou do meu mundo
Se podes caminhar comigo
Plantar, colher, alimentar, sofrer
Nós podemos viver para sempre
Se estais pronta para tempestades
Ou dilúvios e maremotos, correntes
Para roseiras, constelações e noites de luar
Para noites abraçados e com todos os beijos
Se podes sentir minhas verdades (inteiras)
Se sorrires a cada lágrima minha
E souberes me dar a mão todos os dias
Sentindo a minha falta e também presença
Se venceres comigo todas as batalhas e amando
Nós poderemos viver para sempre.

Luna Sanchez disse...

Fazendo morada, né? Que bonito, que sorte! =)

Beijo.

ℓυηα

Henrique Miné disse...

os sentimentos só valem a pena se sentidos a flor da pele, sem medo, nem vergoonha. Poesia, a meu ver, é consequência!


beeeeeijos.