quinta-feira, 10 de março de 2011

Nenhum casamento e nenhum funeral

Sem pedir licença ou bater na porta
hoje a saudade veio com toda força
só para me machucar.

E arranhou os meus discos,
relembrou poemas,
e colou fotografias velhas.

E sim, eu sei, a culpa foi dela...

..fez chover aqui o dia inteiro!

12 comentários:

Nara disse...

A saudade nem pede licença mesmo, é vizinha folgada. Mora bem dentro da gente.


Beijo

David Sento-Sé disse...

Nada de novidade.
Pra todo o sempre,
Apenas de persistente,
Ficará a saudade.

Um ruido sem jeito
A alma dizendo no peito
Pra onde quer voltar.

Lilly M. disse...

[aaa] a sauddade,
sempre elaa.

;)

disse...

aiaiai...
a saudade as vezes dói demais...

●๋• тнαi иαรciмєитσ disse...

Eita, que quando a saudade aperta não há coração que resista.

Gostei muito do poema.

Ágatha Alves disse...

a saudade sempre vem fazer chover quando menos esperamos.
E assim sempre vai ser...

Beijão flor

Natália Corrêa disse...

Saudade mesmo a gente sente quando sabe que não pode matar nem pegando mil aviões. Só uma máquina do tempo.

Non je ne regrette rien: Ediney Santana disse...

"E arranhou os meus discos,
relembrou poemas"
e depois disso fica a chuva

cecilia disse...

Falar de saudade sempre me lembra Rubem alves,e mais uma vez é inevitável "saudade é nossa alma dizendo pra onde quer voltar"
Porém ela sempre inspira.
Beijo bom fim de semana

Anthony Dostoiévski disse...

a saudade sempre acaba com o nosso espaço...
ela preenche tudo...

braço e bom texto

David Sento-Sé disse...

Não há chuva que lave o sal da alma,
não há alma que se lave em lágrimas,
não há lágrimas que se escondam na chuva.
Haverá sempre sal nas lágrimas, e em toda chuva, haverá saudade.

Já falei isso não?

minny disse...

LINDO E INSPIRADOR..