segunda-feira, 7 de março de 2011

( )

O seu amor, mesmo que fosse de mentira, era o meu oxigênio. E quando acabou (ou eu acordei) não fiquei sem chão, fiquei sem ar. E com um enorme nó no meio da minha garganta que não me deixava gritar...


... e sem voz, como alguém poderia me salvar?

17 comentários:

Mi Garcia disse...

=/

Seu texto me tocou!!!
Muito!!!

Mulher na Polícia disse...

E quando a gente insiste em respirar doi mais ainda, né amiga. É assim mesmo.

Feliz dia Internacional da Mulher.

Beijinho!

Gabriela Petrucci disse...

Ai, deu um aperto no coração!

A.S. disse...

Na vida tudo renasce e se renova... até o amor!...


Beijos,
AL

disse...

tragico... triste... eu bem sei...
beijos...

mas tudo passa...

amei aqui!

●๋• тнαi иαรciмєитσ disse...

Esse é o problema: ninguém de fora pode nos salvar. Uma hora nós mesmos temos que dar um jeito de recuperar o fôlego.

Amei o texto!

AC disse...

É um prazer renovado navegar por aqui.
Quanto à questão suscitada pelo post, a melhor linguagem é a dos olhos.

Beijo :)

Rafael Leite de Albuquerque disse...

Precisamos de voz para gritar para nós mesmos? Não.

RITA DE CÁSSIA disse...

AI ERICA, FOI FEITO PRA MIM ESSE?
RSRS
AMEI!
COMO SEMPRE VC ARRASA NOS TEXTOS
ALIÁS TEM UM SELO P VC LÁ NO BLOG.
BJOS

Ágatha Alves disse...

hummm
me fez pensar...
mas talvez alguém a veja sem ar e a salve, prefiro acreditar nisso!

Beijão linda

Nara disse...

Me fez pensar no tempo. Pra nos salvar, ele não precisa de voz ou barulho, não precisa de nenhum gesto.

Beijo

Renato Hemesath disse...

Ah que fabuloso, Érica!

Como suportar? sem voz, sem expressão tornaríamos semlehantes A quê? a um bibelô! rs.. foi o exemplo mais óbvio que encontrei.
Portanto, isto também nos leva a pensar que é devido a cabível fazer barulho em diversas situações, fazendo-nos ser escutado ou visto por outro ente.

E gostei muitíssimo do que você comentou lá no blog. *_*
O que uma mãe não faz por um filho? torná-lo psicótico e até matá-lo! haha FATO! evidências que as pessoas geralmente não gostam de assumir.
A psicanálise ainda recebe muitas críticas pela sua exploração e ênfase nos processos familiares, mas neste mesmo ritmo vemos o quanto estes assuntos estão presentes na própria constituição das relações humanas. Seria possível desvencilhar-se delas?

Super beijo! bom pós-carnaval prá ti. ;) :*

Me disse...

sempre há quem escute o silêncio...
bjokas érica!

Erica Ferro disse...

Já me senti tanto sem ar... Pensei que fosse morrer.
Sorte que meus pesadelos nesses casos nunca se tornam reais.

Lindo texto, xará.
Beijo.

Honny e Gio. disse...

Nossa , desse nó eu sei. \: dificil de desatar.


Tens uma manha incrivel com as palavras.

Beijos flor :*

Ana Andreolli disse...

é... acho q é isso q eu vivi.
há um ano atrás, no meu aniversário.

David Sento-Sé disse...

Em Março de 2010 alguém escreveu:

"""Vocês verão, serei primavera
(se o outono permitir))

Chega logo outono. E leve com você todas as minhas folhas escritas. Rabiscadas. Desenhadas. Gastas pelo tempo. Deixe-me em branco. Nua. Quero me reinventar. Fazer-me de novo. Talvez me faça em um tom mais suave. Mais pastel. Doce e frágil. Com medo de tempestades e ventos do litoral. Quem sabe assim alguém se aproximaria? Cuidaria de mim? E eu poderia ser uma primavera delicada. Recheada de flores. Com pretensão à frutos.

Chega logo outono...

... pois cansei de ser verão. """

Está na hora de mudar a sua estação linda.

Abraço poeta.