Ontem eu fui para o futuro, olha que contradição. Lá, não existia nós dois. E eu não me lembrava do seu sorriso. Quem era você mesmo? Voltei triste para o presente. E tudo está tão vazio igual. Sem cartas nem lembretes. Quis então me agarrar ao passado. Mas as fotografias não falam. Já vivemos o que vivemos...
... e o tempo não para, meu amor.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
domingo, 9 de dezembro de 2012
Fuso Horário
E de repente eu percebi que não preciso mais lhe esperar.
E nem mais contar as horas.
O tempo, por fim, virou o meu amigo.
E nem mais contar as horas.
O tempo, por fim, virou o meu amigo.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Simples assim
Hoje me deu saudade dos planos que eu fiz para nós dois. Do esforço que eu fiz para que desse certo. Percebi, então, que pouco me importava o enredo da nossa história. Era você que eu queria para sempre.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Check Out
O seu amor fez as malas e partiu.
Não escreveu nenhum pedido de desculpas, muito menos uma carta de adeus.
Deixou as interrogações e uma camiseta velha.
Corri atrás,juro
Mas ele já tinha virado a esquina.
Quis gritar...
mas a minha voz não saiu.
(Você foi embora amor, e só me sobrou o silêncio)
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Rimas Infantis
O amor não merece castigo.
Quer dengo, carinho.
Abraço apertado até perder o ar.
Quer dançar comigo?
Sei que vou fechar os olhos
e deixar você me levar.
Ah, não fique bravo comigo.
Você é muito mais que um amigo
É meu anjo, meu sol, meu inverno...
meu soneto que eu quero rimar.
(hoje eu preciso de rimas)
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Até que a morte nos separe
Quero falar sobre a morte. A sua. E eu nem velei o seu corpo. Onde estará a sua alma? Você morreu amor. E em seu lugar ficou alguém frio e sarcástico. Um estranho. Quero de volta aqueles olhos doces. Aquelas palavras que eram quase poemas. Você se foi, amor. Você se foi...
... e eu não acredito em ressurreição.
(até que a morte simbólica nos separou)
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Água e sabão
Você foi o amor mais lindo que já senti. Mais puro, gentil e fiel. E não tenho coragem de enterrá-lo vivo. De escondê-lo em uma caixa no fundo do armário. Mas, o mantenho em silêncio em meu peito, dormindo. Acordo triste sem você, confesso. E tenho trabalhado demais para passar o tempo. Mas, a minha dor virou tatuagem...
...não sai com água e sabão!
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