sexta-feira, 22 de julho de 2011

Estranha

Tenho saudade da minha escrita fluída. Uma maneira de escrever como se conversasse com alguém ou com algum objeto qualquer. É que ando tão calada por dentro, tão desacreditada de mim. Rogo aos Deuses e peço perdão pela blasfêmia: nunca fui poeta. Não sei ser poesia...


... sou só uma alma que transborda sentimentos sem fim.


(Com saudades de todo mundo. De ler vocês. De escrever... enfim)

14 comentários:

Thaily disse...

Ownn querida...
É, as vezes tb me sinto assim...
Mas passa... sempre passa...

Fique com Deus!
bjs

Luna disse...

como assim você não é poesia?

vc é só poesia!

Patrícia ♥ disse...

Adorei o blog!!!
claroo que vou seguir, retribui ? :D

Beijooos,
www.pathyoliver.blogspot.com
www.momentosdapathy.blogspot.com

Ana Andreolli disse...

Não some então. Você escreve tão bem, se não pode falar de você, fale do que te cerca, mas palavreie!

Luna Sanchez disse...

"como assim você não é poesia?

vc é só poesia!" (2)

Corina de Oliveira disse...

Hey, decidi fazer um facebook para O meu reino da noite, por isso não te acanhes e bota um like!
Beijinhos *

Mikaele Tavares disse...

O silêncio confunde...

David Sento-Sé disse...

Já me senti assim também poeta.

Senti na garganta essa contradição. Aquele sentar-se ao piano e não ser capaz de tocar uma nota sequer. A quase familiar falta de sabores, aromas e graças ficando mais freqüentes.
Momentos onde o preto, ou o nada, eram minhas únicas opções.
Olhar pincéis limpos, ímpios, distantes da tela imaculada prova do silêncio de emoções.
O nada a me contemplar.
Momentos onde não havia tinta na pena, cordas no bandolim e centenas de livros, páginas em branco, me observavam, o artista, oco de mim mesmo.
Poemas e canções, quadros e fotografias se espremendo no meu coração calado de inspiração.
— Meu bem? Você não vem deitar? — diria uma voz num corredor imaginário.
Já havia tempo eu estava só. Já havia tempo eu havia me deitado e já havia tempo que não desejava levantar-me.
E já havia poesia nisso como há poesia em tudo que você escreve.

Saudades de você, poeta.

Um beijo

Rafael Castellar das Neves disse...

às vezes sinto isso também...são momentos nossos...acho que não tem jeito, eles vêm e vão...

bjos

'ArianeCas - ' disse...

Tenho essas saudades também, de ler e escrever

Mil beijos

O Impenetrável disse...

tb sinto saudades de certos modos de escrever, mas com calma, paciência e respeito com o próprio fôlego, a inspiração vem e nos domina.

abraço!

Solange Maia disse...

Erica...

prá mim você é poesia pura... incluindo teus silêncios, os intervalos, o que quer que não seja fluido...

você é.
e amo te ler...

beijoca super, super carinhosa

Ágatha Alves disse...

Eu tbm to me sentindo assim Erica, e se eu n tentar procurar dentro de mim aquelas palavras doces que fluia sem muito esforço, vou continuar carente de escrita.
Beijão flor

Fillipa disse...

Muuuito bom o seu blog :}
Estou te seguindo, se puder passa no meu blog para conhecer, beijos.