terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Dia oito
Nasci poeta. E não sabia. Sofro desta condição: de poetizar. De encontrar palavras para expressar o que sinto. E sinto tanto. Sinto muito. E pedir desculpas não adiantaria. Já o fiz. E na adiantada da hora suplico o seu nome. Suspiro sua volta. Com a porta entreaberta. Como se fosse uma letra de música que não escrevi. Ninguém escreveu. Mas, que toca como um bolero em meu display.'Ainda lhe espero', diz o refrão. Sei de cor cada verso seu. Eu versus você. Sem perdedores. Somos amadores. Nascidos no mesmo dia oito. De abril?
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17 comentários:
Há os que dizem que os poetas são loucos...
Ai dos poetas amantes!
rs!
Beijos Érica! Lindo texto!
os poetas são diferentes do restante da humanidade,eles colocam os sentimento na frente de tudo,por isso são tão especiais...
poxa, que bonito isso...
nao entendo muito de signos, mas sou de libra e sei q aires é o meu oposto zodiacal, deve ser alguma coisa tipo é dia no Brasil, é noite no Japão, sei lá... mas sempre gostei dos arianos.
desejo um ano doce pra vc
beijos
Você tem mesmo alma de poeta, intensa!
Um beijO
Você tem mesmo alma de poeta, intensa!
Um beijO
Nossa! Tentei declamar suas palavras que agora também são nossas e me emocionei. Tudo isso bate na alma e no coração. Tudo isso é lindo!
Os poetas são diferenciado, eles são escolhidos para nascer assim!
Lindas palavras..
Beijos
"No tapete atrás da porta, reclamei baixinhoooo..."
Chico sabe o que você quer dizer...
bom texto moça, bjim
é, e o poeta sente tanto, que opr vezes acaba por sentir-se mal.
é tudo intenso demais.
e teu texto é belo.
Ah, Erica, isso é covardia!
Hehehehehehe... gostei demais!
"'Ainda lhe espero', diz o refrão. Sei de cor cada verso seu. Eu versus você."
Adorei a jogada do "x" (versus).
Abraçããão!
E continue, pois voltarei.
Erica, nasceste poeta mesmo!
E eu adoro te ler; já tava com saudades daqui.
Beijo.
Traduzindo,
Ela padecia da poesia,
E sem hipocrisia, jazia.
Sentia se por o seu sentir
E por assim pedir
Desculpa não adiantaria.
Se fez em horas, bolas,
Suplicou carola o nome em vão.
Chave na mão, porta fechada,
Na boca a canção não cantada,
Um bolero, um refrão.
Assim esperava perdedora,
Nascida em tamanha coincidência,
Demonstra emfim a paciência
Ao se fazer de amadora seguiu
Sua alma gêmea de Abril.
Oi Érica! como vai?
Confesso que precisei ler mais de uma vez, meu racicínio está lento (rs) e só assim compreendi. Me fez pensar no anseio de um sujeito que deseja reviver uma situação... é como se unicamente a expectativa de que isso lhe será possível é estremamente confortável e doce.
Obrigado pelas palavras tão queridas lá no Cine Freud... super me alegro e adoro lê-las. (:
bjos.
Querida Erica, é uma delicia passar por aqui e ler poesias da minha poeta preferida. :)
bjss
''E sinto tanto. Sinto muito. E pedir desculpas não adiantaria. Já o fiz. E na adiantada da hora suplico o seu nome. Suspiro sua volta.''
a gente espera, sabendo que no fundo ninguém vai chegar, a gente espera e alimenta a esperança que ainda é tao grande.
...
lindo
Poeta sente na ponta da língua, na ponta dos dedos. Poeta entende e explica o que todo mundo sente.
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