domingo, 5 de fevereiro de 2012

Palermo Hollywood

Um dia a dor para de doer, eu sei. E mesmo que os meus sonhos e o meu amor estejam machucados, ainda insisto em fechar os olhos e voar...


... para bem longe daqui.

domingo, 1 de janeiro de 2012

1 de janeiro

Hoje é dia primeiro. E chove lá fora. Deixa. É bom lavar, para deixar em branco. Faça o mesmo menina. Lave, lave a alma. Chova por dentro. Recomece...

...porque hoje é dia de paz!



(Desejo um coração de paz para todos vocês e que chovemos sempre, se for preciso)

sábado, 24 de dezembro de 2011

Então é Natal

Não importa se você está sozinho ou acompanhado, ele pensou, hoje era momento de agradecer pela vida e pelo amor. Alguém o amava. E seguiu em frente, pela estrada. Era o seu trabalho...

... e a luz do Natal o acompanhou.


(Feliz Natal a todos, que o Espírito Natalino possa estar hoje em nossos corações. Beijos com saudades, sempre.)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Alô , alô marciano

Somos humanos e complexos. Apenas terráqueos mortais. Qualquer emoção é a flor da pele. Montanha-russa. Bola de neve. E chute no balde. Quando vamos aprender com os marcianos? E deixar de fazer guerra?

... e viver em paz!

domingo, 18 de dezembro de 2011

Me muero

E a vida esvazia-se de mim, lentamente, pouco a pouco à cada expiração. Eu, já de olhos fechados,olho-me por dentro. E vejo os meus sonhos, só sonhados por mim. Não a dois. Adeus. É possível sim, morrer de amor...


...me muero!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Quem mexeu no meu queijo?

Dezembro é sempre o mesmo. Devastador. O seu vento leva para longe o que eu amo. E continuo em pé: janeiro está logo aí. Passa logo, voa dezembro. Meu Natal é ás avessas: nunca ganho...

... sempre roubam de mim!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Estranhos no ninho

Somos dois estranhos novamente, um para o outro. Com cuidados nas palavras. Um não saber dizer, tateando no escuro. O que eu me tornei para você, se ainda sou a mesma mulher? E corre o mesmo amor em meus vasos. Nada mudou e apesar disso, somos outras pessoas. Desconhecidas. Com silêncio no olhar. E as mãos prontas para dizer adeus...

... mas, me nego.