sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A Guerra dos Roses

Quando o amor é mais forte que a razão, tudo é terremoto
Furacão
Tudo é tempestade em copo d'água
Perdão e despedida
Lágrima e suor
Noite em claro
Mas, quando a razão vence o amor, tudo é monotonia
Feijão com arroz
E terapia...

... que indico.

(Ainda é melhor que nada)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Always You

Hoje eu queria escrever diferente. Mais bonito, talvez. Ou escrever sobre algo que eu nunca escrevi: o inédito. Mas, tudo parece tão igual: o mesmo amor e a mesma saudade...


... e tudo sempre sobre você.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Bumerangue

A fé é sempre uma semente, que devemos cuidar com olhares atentos. Nem muita e nem pouca água. Sombra sempre. Apesar de ela aguentar o sol quente e o vento forte. Mas, ela é menina. E emburra fácil, a geniosa. E some por alguns tempos, sem dar notícias. A fé também precisa de mimos e palavras amenas...

...porque ela não vive só de figas e pulseiras do Senhor de Bonfim!

(Eu faço brigadeiro para ela voltar. Volta?)

sábado, 22 de janeiro de 2011

Do fundo do meu coração

Estou ouvindo Roberto para que todas as minhas dores possam doer caladas. Alguém já as cantou por mim...


... E foi bem mais poético.



(Se você me perguntar se ainda é seu todo o meu amor, eu sei que eu certamente vou dizer que sim)

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Por quem os sinos dobram?

Ontem, o céu estava tão convidativo: queria conversa. E eu falei de você, que está tão distante. Ele está feliz, perguntei para a lua? Como se ela pudesse me responder. Mas, vocês nem se conhecem. E eu fiquei em silêncio. E se fosse poeta faria um soneto...

... já que o céu estava tão triste.



('Posso escrever os versos mais tristes esta noite'. Era o mesmo céu, Neruda. Eu sei...)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Tão

Ontem a noite, havia um mar dentro de mim e ele transbordou pelos meus olhos. E eu virei sertão. Um ser tão frágil que deseja que o próprio coração se transforme em rochedo. Uma pedra qualquer para que nunca mais, nunca mais, volte a se repetir uma noite daquelas...


... E eu era tão sua.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Qanta munani

E ele foi embora. E por estar tão ocupado, arrumando a mochila, nem se despediu. Para ela, ficou a falta de ar, mal diagnosticada. E o choro baixinho. E o não saber como sorrir amanhã. Enquanto ele se divertia e comemorava em outro idioma o fim do amor...


...da parte dele.


(Ela ainda teria que esperar algum tempo para sepultar o dela)